segunda-feira, outubro 25, 2010
Para quem gosta de rock e filmes
Click "AQUI"
domingo, outubro 24, 2010
Filme da semana: Adventureland
Eu não sei quanto a vocês mas, às vezes, vejo um filme por diversas razões que não incluem o filme em si. Quero ver um cenário, situação, atores (no meu caso, prefiro sem dúvida as atrizes, principalmente, as mais bonitas, rsrsrsrs) etc. Agora a razão "extra-filme" que mais aplico para ver um filme é a trilha sonora. Tem filmes que são uma m.... mas a trilha sonora, "A" trilha sonora vale 1:40h na frente de uma TV vendo um filme chato que se torna um pouco mais interessante pelas músicas.Não que Adventureland (o título em português é tão ridículo que nem me lembro mais) seja uma chatice sem fim. O filme é legalzinho, sobre um cara que quer cursar uma universidade famosa (acho que é a Columbia) mas descobre que suas economias não são o suficiente e seus pais estão sem grana para bancá-lo. O cara em questão terá que trabalhar, durante suas férias de verão, num parque de diversões (Adventureland) - um empreguinho sem futuro que faz ele refletir um pouco sobre a vida, fazer novos amigos e encontrar um grande amor, rsrsrsrs. O filme é isso aí... agora a trilha sonora é cool demais. O filme se passa em 1987, motivo bom para criar uma trilha inesquecível composta por artistas que faziam sucesso na época: The Cure, The Velvet Underground, The Replacements (a música deles é a minha favorita), INXS, New York Dolls, Lou Reed e músicas de bandas desconhecidas ou de um-ou-dois-sucessos que povoam o imaginário dos jovens que vivenciaram os anos 80 de perto entre essas músicas estão: Rock me Amadeus, Don't Dream It's Over, e a indefectível Your Love (de The Outfield, nunca sabia que esses caras cantavam essa música). Enfim, filme meia-boca, passatempo que possui uma trilha sonora que vale a pena ter na sua estante de cds.
Nota 5,0 para o filme
Nota 9,0 para a trilha (porque sempre tem uma ou outra música que destoa do conjunto)
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Clube dos Corações Solitários by André Takeda
Finalmente consigo ter em mãos o livro "Clube dos Corações Solitários" graças ao grande amigo Manoel (aka. Nel). Valeu, Nel!E por que tanta animação, ansiedade para ler este livro?
Simples e diretamente: 2 motivos básicos:
1º Quis ler porque pensei que o André escrevesse como Nick Hornby. Seria uma espécie de Nick Hornby tupiniquim. Quando terminar a leitura do livro, escreverei as impressões e irei tirar a grande dúvida sobre André Takeda e o escritor de Alta Fidelidade. Será que se parecem tanto assim?
2º Nunca tinha visto um romance brasileiro recheado de cultura pop contemporânea. Vamos ver se tem qualidade.
Semana que vem eu posto a minha opinião sobre o livro "Clube dos Corações Solitários".
domingo, agosto 02, 2009
domingo, maio 03, 2009
Quero ser Nick Hornby!
É engraçado como o tempo passa e nós mudamos de idéia! Muito engraçado mesmo! Eu mesmo, por exemplo, lembro que quando tinha 9, 10 anos queria ser como Zico, jogar muito, ser craque, ídolo, lotar o Maraca, mas descobri que não tinha talento com o futebol, me tornei zagueiro, dos grossos, que só sabia chutar a bola e fazer falta. Aos 14 anos, invocado com HQs queria desenhar como John Byrne ou Frank Miller, preferi estudar porque, apesar de saber desenhar razoavelmente, não era um talento nato. Aos 16, queria ser Ferris Bueller (lembra daquele filme Curtindo a Vida Adoidado), aos 20 anos quando entrei na universidade, queria pegar um monte de mulher, morar numa república, frequentar o máximo de festas possível e, se tivesse tempo, estudar. Aos 25, queria ter conseguido meu primeiro milhão "de reais" (sou humilde, rsrsrs). Hoje, mudei, queria ser como o Nick Hornby, o cara escreve do jeito que eu queria escrever e, ainda por cima, vende livros pra caramba. Tenho todos os livros dele, e o último lançado no Brasil: Frenesi Polissilábico, já se tornou meu livro de cabeceira. O livro é bom demais. O cara escreve como se tivesse falando com a gente, uma conversa interessante, umas sacadas geniais. O cara é um excelente escritor.Roommates: por que eu assisto a isso?
Confesso que, até hoje, estou procurando um motivo para explicar porque eu assisto a série cômica Roommates. Juro pra vocês: a série é sem graça, a história é batida, o personagem principal é um idiota completo (muito idiota!!!!!!), ninguém fica com ninguém, não tem mulher pelada, não tem trilha sonora legal, os cenários são mudam, o melhor amigo do protagonista consegue ser mais idiota do que ele. Enfim, acho que é o meu exercício, meu tempo reservado para o masoquismo. Quando encontrar um motivo, no mínimo, desculpável para assistir essa "produção televisiva de baixa qualidade" (foi o termo que utilizei para não definir esta série com palavras de baixão calão) eu posto aqui. No mais, caso queiram perder tempo, assistam; caso não queiram, sigam o conselho de Groucho Marx: "Acho que a televisão é muito educativa. Todas as vezes que alguém liga o aparelho (ou vá assistir um programa como Roommates), vou para a outra sala e leio um livro."segunda-feira, janeiro 19, 2009
Lost in Austen


domingo, janeiro 11, 2009
Edu Santana: um artista de talento
quinta-feira, novembro 13, 2008
What I have been doin' lately...
quarta-feira, novembro 05, 2008
E a vida segue seu rumo...

domingo, outubro 26, 2008
Um Artigo a ser criticado (ou para ser lido)
Há muito, muito tempo atrás, numa galáxia muito, muito distante, eu escrevia num jornal universitário intitulado IN-CULTU. O tempo passou, a minha vida mudou, mas parece que algumas coisas continuam da mesma forma ou, até, pior. Naquele tempo, escrevi um artigo sobre como os universitários brasileiros liam pouco... Pra meu espanto, parece que essa afirmativa continua sendo verdade, de qualquer maneira, estou reproduzindo esse artigo, não por causa da nostalgia e do orgulho que tive ao escrever isto, mas porque uma pessoa que conheço pensa que a universidade (pública) só é lugar para «intelectuais», cabeças privilegiadamente pensantes e blablablá... de difícil acesso... Besteira, né? Esse artigo é para você (que sabe quem é). Não pense que algo é impossível, somos do tamanho dos nossos sonhos quando realmente persistimos ao tentar alcançá-los, ao torná-los realidade. Acredito em você, porém, é preciso você primeiro acreditar realmente em você e correr atrás. Vou estar aqui torcendo por isso… sempre.
UM ARTIGO A SER CRITICADO (OU PARA SER LIDO)
por Pablo Cruz Vieira (escrito em maio/2001)
Os Universitários Brasileiros não lêem. Com esta premissa começo meu artigo. Muitos me tomaram como um «radicalzinho esquerdista desordeiro», enfim, um intelectualóide nostálgico dos anos 60, época em que os estudantes liam… e muito; outros nem terão um conceito de minha pessoa, pois, eles, como sempre, não irão ler este artigo. E alguns dirão: «ele tá sendo radical demais ao afirmar isto, não é bem assim…”
Pois é, eu quero é isso. Eu quero polemizar! Quero ser ouvido! Quero falar algo que acontece mas ninguém debate. Afinal, não somos «a elite intelectual brasileira»? Não somos «os cérebros privilegiados», «as cabeças pensantes»? Não arrotamos por aí (ou alguém faz isso por nós) que o destino da nação está em nossas mãos.
Em primeiro lugar deve-se deixar claro: as idéias transformam o mundo, nossa sociedade, a realidade que nos cerca. E para obtê-las é preciso ler, criando assim um embasamento teórico para fomenter a discussão sobre nossos problemas e chegar a resultados práticos. Harold Bloom, importante crítico literário norte-americano, numa entrevista à revista Veja, já decretava: “Eu diria que uma democracia depende de pessoas capazes de pensar por si próprias. E ninguém faz isso sem ler.»
Porém, apesar do exposto acima, a nossa geração universitária (e me incluo nesse “hall da fama”) está impregnada por uma “letargia”, um total desinteresse de buscar, procurar, aprender. Ninguém lê, ninguém discute. Hoje em dia, os jovens buscam soluções fáceis, fórmulas prontas «ruminadas» por outrem. Ao invés de ler um bom livro, preferem ver a adaptação cinematográfica do mesmo; para nos informamos, abrimos mão da leitura de revistas de informação e opinião, bem como de periódicos de credibilidade, e vamos assistir ao Jornal Nacional. É a lei do menos esforço. É a falta do hábito de ler.
Conseqüência: o despreparo. Não temos idéias, não conseguimos sustentar nossos pontos de vista, nossas crenças. Nem ao menos conseguimos, de uma maneira satisfatória, emitir nossas opiniões.
A redação no vestibular é um bom exemplo de como a falta de leitura influencia diretamente o ato de escrever e a nossa própria vida. Nós, jovens, nos afligimos diante da folha de papel em branco – o desespero e o embaraço são notórios. «Como colocarei minhas idéias no papel?», «Como argumentarei?», «Como tornarei claras as minhas idéias?” são perguntas recorrentes dos futuros universitários brasileiros. A resposta é simples e única: o ato de ler precede o de escrever.
Eu, enquanto universitário e cidadão B-R-A-S-I-L-E-I-R-O, quero ler, discutir, analisar, interpretar, aprender e ensinar. Enfim, quero colher todos os frutos originários do simples, singelo e, por isso mesmo, mágico «ato de ler». Quero me tornar um agente ativo/modificador da minha sociedade, da minha oprimida e injusta sociedade.
Pois é, sei que agora, ao final deste artigo, muitos me criticarão; outros, como escrito no início deste texto, nem o lerão. Mas encarem estas mal traçadas linhas como um desabafo, um ´GRITO´ contra a letargia que tomou conta de nossa tão «exaltada elite intelectual brasileira»: o universitário. É um fato: não lemos e, devido a isso, não teremos boas idéias e não mudaremos o que achamos injusto, abusivo, exploratório.
Caso não me levem a sério, não me decepcionarei. Conheço a minha geração. Caso queiram levar em conta estas minhas divagações, critiquem, polemizem, discutam e, sobretudo, leiam, afinal, este é um artigo a ser criticado... ou para ser lido.
Agradecimentos à Paulo (meu pai), Conceição (mainha), Olga (minha vó), Mário de Andrade, (Harold) Bloom e Thoreau.
P.S. «Ler para viver» (Gustave Flaubert) / “Ler é a arte de desfazer nós» (Goethe)
quarta-feira, outubro 22, 2008
A Vida, o Universo e Fernando Pessoa...
Pois é, hoje foi um dia daqueles. Tive que pensar num abrigo, em palavras sábias e inspiradoras para, mesmo sabendo que tem muita coisa que tá uma m....., poder enfrentar os obstáculos e superá-los e, ainda por cima, saber que tudo faz parte de um aprendizado e que a caminhada era necessária.
Não deu outra, lembrei de Fernando Pessoa e sua poesia. Fui remexer um livrinho dele de poucas páginas que, no entanto, contém mensagens tão complexas como a vida. Em “Mensagem”, mas especificamente no poema “Mar Português”, Pessoa escreve:
Valeu a pena? Tudo vale a pena
....
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Pessoa no momento de inspiração divina escreve isso! Apesar dos perigos, sempre há beleza. Apesar da tristeza, sempre há alegria. Apesar da incredulidade, sempre há esperança. Nossas vidas têm perigos e abismos mas também possui a beleza da criação divina.
Estou um pouco chateado agora, porém, sei que minha alma não é pequena, meu coração muito menos. Tudo tem sentido. Tudo faz parte da difícil caminhada de se tornar um ser humano melhor. Nesse instante, tenho certeza que tudo vale a pena e fico feliz de poder pensar dessa forma.
Carpe Diem.
segunda-feira, outubro 20, 2008
Flamengo 1x 0 Vasco
sábado, outubro 18, 2008
Dia 19/10: Dia da Fernanda
Como vocês (pouquíssimos leitores do meu blog) podem ver, esse é um post específico, diferente e especial. Peço licença à todos (que não são muitos, rsrsrs) para homenagear uma pessoa especial. Parabéns, Fernanda, por mais um ano de vida. Muita saúde, paz, felicidade para você e sua família. O aniversário sempre é uma data cercada de significados. É a celebração da vida, a confirmação, o recomeço, a oportunidade, a felicidade, a confirmação de que existe Deus e Ele está olhando por nós e de que existem pessoas que lembram de nosso aniversário e se sentem felizes por nós existirmos. Sou uma dessas pessoas que está lembrando de seu dia e se sente feliz por você existir. Sei também que sou mais uma pessoa das muitas que te acham especial. Então, celebre junto com sua família, seus amigos e todas pessoas especiais para você. Seja do jeito que te conheci e, durante sua vida, acrescente mais virtudes, sempre busque melhorar como ser humano. Esta busca é incessante e recompensadora.
My Immortal (by Evanescence)
You and Me (by Lifehouse)
quarta-feira, outubro 15, 2008
Descobrindo bandas...

segunda-feira, setembro 29, 2008
Vivendo radicalmente... na Chapada Diamantina
O vídeo foi rápido, mas dá pra perceber que, devido ao meu corpo fisicamente "em forma" eu espalho água mesmo, rsrsrs. Em breve, mais coisas sobre essa viagem marcante.
terça-feira, setembro 23, 2008
Luis Fernando Veríssimo é o cara!

quinta-feira, setembro 18, 2008
Parabéns
"Os nossos melhores dias estão à nossa frente… Feliz Aniversário."
Vanessa da Mata - Amado
A estrada para o céu - by Led Zeppellin
segunda-feira, setembro 15, 2008
Dia 25/Setembro: um dos dias mais especiais do ano : Fernanda´s Day
"Os nossos melhores dias estão à nossa frente… Feliz Aniversário."