quinta-feira, março 30, 2006

One Tree Hill

Como já disse, irei colocar coisas que me agradam aqui, no meu blog. Então, nada melhor do que recomendar uma série legal de TV: One Tree Hill! É uma série que fala de adolescentes etc. mas, tem algo que sempre me deixa interessado em vê-la. No começo, assisti porque tinha basquete (um dos meus esportes favoritos, se não "o favorito"). Qualquer filme sobre basquete, eu vejo, mesmo se for uma porcaria. Depois, o que me deixou ligado na série foi citações literárias de famosos escritores já que o personagem principal, além de jogar basquete, adora ler livros, ama a literatura. Ah, outra coisa legal são as músicas. Sempre legais, pontuando situações-chave da série.
Tem outras coisas legais também, mas por enquanto, essas são as minhas deculpas para continuar a assistir uma série teen.
Fiquem ligados nessa série. A terceira temporada está sendo a melhor, por enquanto.
Para todos que leram isso, um agradecimento. Até mais!

domingo, março 12, 2006

Domingo: É dia de rever a semana!

Pois é, de hoje em diante, no domingo, vou fazer uma revisão da semana. Para ver se ela foi legal, produtiva, ruim etc.
Vamos começar.
- Não faltei nenhum dia na academia. Saldo: 2 kg perdidos (de 91kg para 89kg e tô indo ladeira abaixo. Espero pesar 80kg, o peso que acho ideal para mim)
- O Mengão não tá jogando muito bem. Porém, sou torcedor fiel, assisto o jogo até com o ASA de Arapiraca, parece um baba, mas é Mengão... até morrer.
- Assistir 24 horas, segunda temporada, 4 episódios. Bom pra c... Assistam.
- Voltaram as aulas, após o carnaval, tá legal. Tá legal. Nasci para ser professor. Outra profissão que gostaria de ter: milionário em tempo integral. Só isso para desistir do meu trabalho.
- Baixei "Crash", mas ainda não vi. Baixei Brokeback Moutain, tb não vi. Baixei Paradise Now, e tb não vi. Saldo: o velox tá funcionando, mas meu tempo tá uma droga. O dia tem que ter 26 horas.
- Não falei com Mainha essa semana. Ela não me ligou. Na verdade, me ligou e não me encontrou em casa. Mas parece que tá tudo bem na Suiça.
- Li o arco completo do Justiceio: "No princípio". De f... Para as pessoas que não entenderam: Justiceiro é um personagem de História em Quadrinhos.
- Joguei basquete hoje e não senti nada. Tô melhorando a forma. Quero mais 1 mês e ninguém me segura na quadra.
- O Detroit Pistons perdeu, mas vamos ser campeões da NBA. Pistons rule!
- Comecei a assistir o box de DVDs do Manda-Chuva. Cool!
Saldo da semana: boa, e vai ficar melhor.

segunda-feira, março 06, 2006

Sobre revistas...

Hoje, resolvi postar algo sobre revistas. Não, não é sobre HQs (Histórias em Quadrinhos) que, como todos devem ou deveriam saber, é uma de minhas inúmeras paixões. Agora, vou falar sobre algumas revistas que leio ou lia, enfim, como anda a mídia escrita de nosso país... na minha opinião...
VEJA – não tenho mais saco para veja. Não posso deixar de admitir que o trabalho gráfico é bom e a revista conta com profissionais que entendem do ramo, porém, o meu desprezo vem do fato de VEJA, cada vez mais, me decepcionar politicamente. Quero dizer, a revista é muito tendenciosa... no pior sentido. Os textos querem guiar os leitores, subestimando (o que é ainda pior). Sem parecer esquerdista, e já sendo (se isso soar como alguém que busca Justiça Social), não admito e não concordo com a linha editorial da VEJA. E olha que já fui até fã do Diogo Mainardi, antes de seu ego o engolir. Mainardi se transformou numa espécie de Pedro de Lara da mídia, aquele cara que gosta de ir de encontro a todas as opiniões só para manter a sua, mesmo estando errado. Tudo em prol do show, da encenação, deixando os fatos em segundo plano. Como diz aquela comunidade do orkut: Leu na VEJA, azar o seu!
ÉPOCA – sem comentários. Gostar da ÉPOCA é o mesmo que dizer que adoro os jornais locais da Rede Bahia, canal de TV de propriedade de ACM.
ISTO É – algo me diz que essa revista se perdeu no caminho. Uma boa alternativa está se tornando numa revista semanal chata.
CAROS AMIGOS e CARTA CAPITAL – boas alternativas para ler. Diferem... e muito de outros periódicos porque possuem jornalistas de boa qualidade e que tentam denunciar diversas mazelas de nosso país. É um jornalismo opinativo, claramente opinativo, que pelo menos tem o mérito de ir contra tudo que oprime.
ENTRE LIVROS – excelente alternativa para pessoas que adoram literatura. A cada mês apresenta reviews de livros, fala da vida e das obras de importantes escritores. Enfim, é algo que vai de encontro a mesmice que impera nas bancas de revistas... atualmente.
REVISTA SET – sou assinante da SET porque adoro cinema e por, infelizmente, no Brasil existir somente uma revista que se dedica inteiramente ao cinema. Quando não se tem concorrência, geralmente, não se busca o aprimoramento, a diversidade e a luta por qualidade. Infelizmente, a cada mês, SET apenas se mostra razoável, tolerável, comum. Nada de novo!
Outras revistas seriam dignos de nota, mas, tô sem saco para escrever mais e tô morrendo de vontade de dormir. Espero que gostem de minhas opiniões... ou não... é isso que é bom: a diversidade de idéias e opiniões.

quarta-feira, março 01, 2006

Estrada Sinuosa & Clube dos Corações Solitários... Again!

Estão lembrado do lance do Clube dos Corações Solitários... Pois é, agora é definitivo, entrei para o clube e não vou me comportar como Groucho Marx. Vou começar a fazer que nem o cara de Alta Fidelidade (livro de Nick Hornby), vou começar a fazer as listas Top 5: os 5 maiores foras, as 5 mulheres que mais amei na minha vida, as 5 músicas mais bregas que adoro, enfim, fazer isso e reler High Fidelity by Nick Hornby!

Meu livro!

Agora é sério. Resolvi tirar da gaveta alguns rascunhos que fiz. São idéias soltas que estou juntando e, no final, espero que consiga escrever um livro. Aproveitei o carnaval, período que fiquei em casa, pensando na vida, vendo filmes, lendo, e ouvindo muita música, para realizar o sonho de deixar algo para a humanidade (quanta pretensão, hein?): um livro escrito por mim.
A história é baseada no período que morei e estudei na Universidade Federal de Viçosa/MG. São várias lembranças que, certamente, se eu não fizer merda, dará um bom livro. Pronto! Agora para me tornar um homem completamente realizado, falta plantar uma árvore e fazer um filho. Comecei do mais difícil - rsrsrs - brincadeira minha.
Ainda acho que ser pai é uma grande, imensa responsabilidade, então, por isso, momentaneamente, escrever um livro de 1.000 páginas é uma tarefa bem mais fácil! torçam por mim!

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

As Vinhas da Ira: Um Verdadeiro Clássico!

O que é um clássico? Apesar de não gostar muito de definir coisas, não posso deixar de começar esse post com essa pergunta. Depois de assistir a Vinhas da Ira de John Ford, é impossível não pensar no que seja um clássico. Pois é, este filme é um exemplo didático do que seja um clássico. Feito em 1939-40, quase 70 anos atrás, desprovidos dos recursos cinematográficos do presente, o filme marca, instiga e não deixa ninguém indiferente ao assisti-lo... ainda hoje!!!!!! Sentir assim ao ver cada cena em preto-e-branco, ao ser testemunha de interpretações marcantes e ao comprovar que John Ford é um gênio. Cada tomada é um quadro, uma quadro triste retratanto seres humanos, mas é um quadro real, uma obra-prima da sétima arte.
O filme é baseado no livro de John Steinbeck. Particularmente, sou profundo admirador deste notável escritor, mesmo que só tenha lido um livro (Ratos e Homens). Isto já foi o bastante para perceber que Steinbeck também é um gênio, do mesmo jeito que Ford. Ele sabia retratar os conflitos dos seres humanos. Conflitos, à principio, locais mas que, após um exame mais detalhado, representavam temas muito mais abrangentes, universais.
Vinhas da Ira é assim, conta a história da família Joad que é obrigada, por companhias latifundiárias, a sair de sua terra natal e de sua propriedade para tentar uma viver melhor na Califórnia, onde emprego não falta. Durante a viagem e no destino final, a família irá descobrir até que ponto o ser humano pode chegar para se manter vivo.
As Vinhas da Ira me fez lembrar de Vidas Secas, livro escrito por Graciliano Ramos, sobre a seca no nordeste. Assim como no livro nacional, uma família é obrigada a viver como retirantes e, em várias ocasiões, são tratados como animais, privados de humanidade e sendo maltratados por outras pessoas, numa jornada sem fim de degradação e humilhação.
O livro de Steinbeck e o filme de Ford, infelizmente (como Vidas Secas), são tão atuais. Retratam uma realidade triste e presente. Servem como alerta. Não se pode ficar indiferente perante a história. Depois de ver Vinhas da Ira, você vai querer se modificar e repensar sua verdadeira função como ser humano no mundo. Se o filme (ou o livro) despertar isso, então, ele será também um clássico para você!

domingo, fevereiro 19, 2006

U2 x Rolling Stones: Quem é Melhor?

Aproveitando a passagem de duas das maiores bandas de rock do planeta pelo Brasil, resolvi fazer uma comparação do tipo MTV’s Celebrity Deathmatch (mas sem a briga de fato no ringue, apenas opiniões subjetivas e pessoais, muito pessoais) para ver qual a banda saía vitoriosa no confronto.
História
U2 tem uma carreira longa, bonita e cheia de sucessos. Mas não posso ignorar a longevidade impressionante dos Stones, os caras são pré-históricos. Apesar das drogas, das mudanças enfrentadas pelo mundo em quase 40 anos e do surgimento de outras boas bandas, os Stones se mantem unidos, firmes como uma rocha, ou melhor, like a stone.
Vitória: Rolling Stones ganha apertado, é claro.
Álbuns
Os Stones têm bons álbuns mas os caras já estão uns 20 anos vivendo de coletâneas de antigos sucessos. As coisas novas dos Stones não vendem bem, porque não são tão boas quanto as antigas. Adoro Satisfaction, porém, porque eles não fazem mais músicas tão boas como essa... agora, no século 21?
Nesse quesito, o U2 ganha disparado. Tirando o irregular POP, o resto dos álbuns é muito bom!
Vitória: U2 – nocaute!
Influência
Tá certo que bandas de música têm que se preocupar com questões musicais. Contudo, a música é um poderoso instrumento de conscientização do indivíduo. Letras marcantes mudam vidas e amadurecem ideológica e intelectualmente um indivíduo. O U2, além de fazer isso, se engaja em causas nobres, como o perdão total das dívidas externas de países pobres, dentre outras coisas. Bono e banda são conscientizados e sabem como usar sua influência para resolver questões sociais importantes, ou pelo menos, tentar resolver.
Os Stones simbolizam mais bandas de rock esteriotipadas – sexo, mulher, drogas e muita curtição. Não há muito espaço para transformar o mundo, de forma direta.
Vitória: U2 – sem nenhuma dúvida!
Que banda prefiro?
Sei que os Stones têm uma puta história, ajudou a difundir o rock’n’roll pelo mundo e etc, e tal. Mas tem mais de um século que os caras não fazem uma música original que contagia. Isso enche o saco!
O U2, por outro lado, produz álbuns originais super-legais, músicas fantásticas que se transformam em hits instantaneamente e, ainda por cima, luta para tornar o mundo um lugar melhor de se viver.
Não penso duas vezes, prefiro o U2!

sábado, fevereiro 11, 2006

Slam Dunk!


Como todos sabem, sou colecionador e fã de HQs. Porém, sempre tive uma, digamos assim, resistência em ler Mangás (as HQs japonesas). Por razões que nem mesmo eu sabia, ignorava veementemente a leitura do quadrinho da terra do Sol-Nascente. Lobo Solitário (relançado pela Panini em edições fantásticas) mudou essa opinião. Tá certo que prefiro o mangá mais tradicional, sem muita frescura, do tipo samurai-espada-o-pau-vai-comer etc., mas, pelo menos, já comecei a gostar disso. Vagabond, com traço fantástico de Takehiko Inoue, veio confirmar minha crescente admiração por alguns mangás. E foi os mangás de Inoue que me fizeram começar a colecionar Slam Dunk (um dos primeiros mangás do criador de Vagabond).
Em Slam Dunk, o traço não é tão artesanal como em Vagabond, a história sim, é mais repleta de variáveis. Na verdade, 2 coisas me fizeram ler Slam Dunk: 1) o mangá era desenhado pelo criador de Vagabond! Nutro uma profunda admiração pelos desenhos de Inoue, apesar do desenho em Slam Dunk não me causar tanta estupefação! 2) o mangá fala de basquete, o esporte que mais gosto de praticar. Simplesmente, A-D-O-R-O basquete. E como alguns personagens principais, joguei basquete no colégio também.
Slam Dunk é um mangá bobinho, ingênuo, sobre basquete, amor, adolescência e blábláblá, com alguns elementos tipicamente japoneses (tornando algumas passagens incompreensíveis para nós, leitores ocidentais).
À primeira vista, meus comentários podem parecer depreciativos, mas não são... sinceramente. Quando eu leio algo, faço que nem quando assisto a algum filme. Tem hora que gosto de filmes-cabeça, do tipo Bergman-Allen-Kubrick-Rocha, outras vezes, quero ver besteirol mesmo, do tipo VingançadosNerds, Carey etc., outras quero uma bobagem-dramática-final-feliz. Enfim, com a leitura de HQs é a mesma coisa... Gosto de Slam Dunk porque é bobinho, vejamos:
A história se centra em Sakuragi, um cara que no ginásio levou 50 foras consecutivos e é motivo de gozação de seus amigos, apesar do temperamento explosivo. Ele entra no colegial e se apaixona perdidamente por Haruko e começa a jogar basquete porque Haruko adora meninos que jogam basquete. O que ele não sabia é que Haruko nutre uma paixão escondida por Rukawa, um cara que joga muito bem basquete e irá se tornar um dos principais jogadores do colégio. Por sua vez, Rukawa não tá nem aí para Haruko e assim vai...
Ou seja, é o tipo João-que-amava-Maria-que-amava-José etc.
É bobo, mas é legal!
Em breve, mais comentários sobre Slam Dunk.
Ah, e para que não sabe, Slam Dunk, significa "enterrada" - a jogada mais plástica do basquete, quando o jogador consegue pular com a bola e literalmente "enterrar" a bola no cesto

No Lonely Hearts Club

Ok! Lembram daquele papo de Clube dos Corações Solitários? Pois é, esqueçam aquilo! Foi apenas algo temporário. Já não pertenço mais aquele clube. Isso me fez lembrar de uma frase antológica do Groucho Marx: "Não me filio a clubes que me aceitam como sócio." Realmente, hilariante e cáustico. Perfeito. Poderia ficar citando em todos os posts frases do Groucho, o cara era realmente um gênio!
P.S. À propósito, a expressão "Clube dos Corações Solitários" é o título de um livro do Andre Takeda. Parece uma leitura agradável. Tá na minha wishlist!

terça-feira, fevereiro 07, 2006

Estrada Sinuosa & Clube dos Corações Solitários...

A vida, ultimamente, anda meio complicada. A estrada está sinuosa e íngreme, o trecho cheio de obstáculos. Como se não bastasse, acabo de entrar novamente no Clube dos Corações Solitários. Alguém mais aí é sócio? Mas as coisas vão melhorar... sempre melhoram... assim espero...

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

A song... Is there anything better?

Meu blog tá infestado de críticas, algumas irônicas, outras infantis, mais algumas sentimentais, parciais ao extremo... mas a vida é assim mesmo! (Obs. essa última frase foi um puta clichê, nobody is perfect!). It's a break time! Chega de críticas... por enquanto. Apenas uma música. É preciso mais para tornar a postagem de hoje perfeita? A tradução eu coloco amanhã porque hoje tô sem saco.
The Blues
by Switchfoot
Is this the New Year, or just another night?
Is this the new fear, or just another fright?
Is this the new tear, or just another desperation?

Is this the finger, or just another fist?
Is the kingdom, or just a hit and miss?
I've missed direction, most in all this desperation

Is this what they call freedom?
Is this what you call pain?
Is this what they call discontented fame?

It'll be a day like this one,
When the world caves in
When the world caves in
When the world caves in

I'm singing this one, like a broken piece of glass,
For broken arms and broken noses in the back
Is this the new year, or just another desperation?

You push until you're shoving,
You bend until you break,
Do you stand on the broken fields where your fathers lay?

It'll be a day like this one,
When the world caves in
When the world caves in
When the world caves in
When the world caves in,
(ah,)
When the world caves in,
When the world caves in

There's nothing here worth saving,
There's no one here at all,
Is there any net left, that could break our fall?

It'll be a day like this one,
When the sky falls down,
And the hungry and poor and deserted are found

Are you discontented?
Have you been pushing hard?
Have you been throwing down, this broken house of cards?

It'll be a day like this one,
When the world caves in,
When the world caves in,

Is there nothing left now?
Nothing left to sing?
Are there any left now, who haven't kissed the enemy?

Is this the new year, or just another desperation?
Ah...
Does justice ever find you?
Do the wicked never lose?
Is there any other song, to sing beside these blues?

And nothing is okay,
Till' the world caves in,
Till' the world caves in,
Till' the world caves in,
Till' the world caves in,
Till' the world caves in,
Until the world caves in,
Until the world caves in,
Until the world caves in,
Until the world caves in,
Until the world caves in,
Until the world caves in...

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

V de Vingança


V de Vingança! Decididamente, esse é um dos filmes mais aguardados do ano... para mim. Baseado na excelente HQ de Alan Moore, não tem como ser ruim.
Freedom Forever!

Filmes sobre o AMOR!

Vendo agora, foi até engraçada a seqüência de filmes que vi ultimamente. Vamos aos títulos:
A Verdade Sobre o Amor
Procura-se um Amor (que goste de cachorros)
Amor em Jogo
À primeira vista, pode parecer que sou um cara ultra-romântico e blá-blá-blá que fica pegando esses filmes com finais “lindinhos” etc. e tal.
Será mesmo?
Acho que terminei locando esses filmes com intenções distintas. Se não acreditam, vamos a elas, quero dizer, vamos as intenções:
1- Eu peguei Procura-se um Amor...
Porque:
Cara, tem o John Cusack, o cara é bom e, principalmente, nesses tipos de filme. Pensei que seria tipo-Alta Fidelidade, com o cara ruminando pensamentos sobre o amor e dizendo coisas irônicas, sarcásticas e inteligentes... porém, não foi bem assim. O filme é fraquinho mesmo. Por favor, não assistam, a menos que você seja uma pessoa desesperadamente louca por um final feliz construído através de uma história cheia de clichês.
2- Eu peguei Amor em Jogo
Porque:
Essa eu explico fácil. Sou um fã dos livros de Nick Hornby, na verdade, sou um GRANDE FÃ dos livros do cara. Tenho quase todos e já li quase todos. Nada mais natural do que querer ver a última adaptação cinematográfica de um livro dele. O livro em questão foi Fever Pitch, que teve uma horrível tradução do título do filme para o português. Poderiam ter deixado Fever Pitch mesmo. Muita gente não ia saber o significado mas, pelo menos, ficaria muito melhor do que “Amor em Jogo”. De qualquer maneira, esqueçam o título. O que importa mesmo é a adaptação do livro. Infelizmente, para meu azar, foi uma pífia, fraca adaptação. Ao invés de caracterizar um fã do futebol, os diretores e roteiristas resolveram mudar e tornar o protagonista um fanático por beisebol... horrível. Se fosse para americanizar o troço, poderiam transformá-lo num fã de basquete (seria, no mínino, um esporte mais aprazível e que monopoliza todas, ou boar parte de, minhas atenções). Enfim, o filme não tem quase nada a ver com o livro de Hornby. Tem alguns bons momentos, quero dizer, pouquíssimos bons momentos. Assista só por curiosidade ou para comprovar a minha opinião.
3- Eu peguei A Verdade Sobre o Amor
Porque:
Não tive muito motivo não. Só tenho uma desculpa para justificar o erro de ter assistido esse filme. Meu primo é dono de locadora. Eu estava lá semana passada e o cara disse que esse filme é excelente etc e tal. e mandou eu levar... sem pagar nada, para comprovar a opinião dele. Vocês acham que eu ia recusar? De graça? É ruim! Principalmente, se for um filme que dizem que é bom. Pois é, levei e achei ruim. Quando devolvi, tive que mentir dizendo que o filme era “massa, de fuder”. Não sou de mentir mas, nesse caso, é uma mentira “nobre”, se é que existem mentiras “nobres”!
Saldo da semana cinematográfica: 3 filmes cujos títulos possuem a palavra “amor” e eu detestei. Os meus leitores podem encarar essa “reprovação” de 3 maneiras: ou eu sou um cara anti-romântico e detesto filmes românticos, ou eu sou um cara ultra-romântico que adora filmes com final-feliz – o típico amante à moda antiga que ainda manda flores mas é orgulhoso de mais para admitir e, superficialmente, diz que odeia só para não admitir que gosta, entederam? ou eu sou um bom crítico de cinema e conseguir enxergar a péssima qualidade dos 3 filmes em questão.
Agora, é com vocês. Me julguem, façam o que de melhor o ser humano faz: julgar. E, por favor, errem nesse julgamento, só assim vocês se tornam mais humanos, ok? Enquanto isso, vou ajudá-los. Acho que me encaixo melhor no segundo perfil, o cara que manda flores. Não concordam?

domingo, janeiro 22, 2006

Arquivo X: sessão de sábado!


Tenho que confessar, não sou um grande conhecedor de Arquivo X! Calma, sei que para alguns isso é como se fosse dizer uma heresia ou uma indelicadeza, coisas desse tipo... mas é isso. Simplesmente não tive oportunidade de saber mais. Meu conhecimento se limita a leituras superficiais e opiniões de outrem.
Porém, eu presentia que... se assistisse a esse programa, eu iria adorar. A verdade mesmo é que nunca tive uma vontade atroz de buscar loucamente ver esse verdadeiro objeto de adoração de muitas pessoas que conheço. Sempre, buscava desculpas. Ou o sinal da Rede Record era uma merda e não dava para ver direito ou sempre perdia o dia que passava na Fox, ou sei lá que canal.
Mas o mundo dá voltas e nos propicia ocasiões para descobrir coisas interessantes que ignoramos durante um tempo. Ontem, isso aconteceu. Sem fazer nada, na pasmaceira de um sábado monótono, tava passando uma de muitas reprises de Arquivo X no canal FX. Resolvi vê (finalmente, hein?) e pude conferir o final da quinta temporada, num episódio intitulado “O Final” (tãtã!). Esquecendo um pouco da falta de originalidade do título, o que tenho a dizer se resume a poucas palavras: o seriado é bom, muito bom mesmo.
Tem tudo que deveria ter num programa de TV: suspense, tensão, um enredo legal, personagens vivenciando o clima da história e ótimas atuações. O que torna essa descoberta melhor ainda é que sabemos que a TV nos bombardea com coisas sem profundidade e, freqüentemente, negligencia a capacidade intelectual do telespectadores. Quando descobrimos um programa como Arquivo X, vem logo o pensamento: puta m..., demorei tanto tempo para ver isso, por que fui tão idiota?
O episódio citado é sobre um menino de 12 anos que consegue ler os pensamentos das pessoas. Com esse dom, ele se torna um fenômeno em partidas de xadrez porque, facilmente, sabe o que seu adversário irá fazer num jogo. Ele pode ajudar Mulder e os agentes do Arquivo X a responder inúmeros enigmas. Em meio a trama, o relacionamento entre Mulder e Scully começa a ser abalado pelo surgimento de uma ex-namorada de Mulder e também agente do FBI.
Foi um incrível entretenimento que aumentou ainda mais minha vontade de assistir mais episódios. Excelente história e personagens convincentes que trata os fãs com o respeito devido. Era só isso que eu queria encontrar num programa e pude encontrar. Por hoje, conseguir saciar meus neurônios. E amanhã, o que farei?
Viviane, por favor, dava para emprestar o box da primeira temporada?
P.S. Viviane, sei que é impossível o empréstimo, foi apenas uma frase de efeito para terminar meu texto e mostrar como estou tão alucinado para assistir a todos os episódios de X-Files!
Só para terminar, alguém, em Jequié, comprou algum box de Arquivo X? Por favor...

segunda-feira, janeiro 09, 2006

Comic Hunter: A Melhor Loja de HQs

Estou em Santos/SP e aproveitei para ir a São Paulo. Sabe como é, rever minha tia Sandra (que adoro), tentar resolver algumas coisas sobre a universidade e, é claro, fazer uma visita a melhor loja de HQs que conheço no Brasil: a Comic Hunter (do Celso). A Comic Hunter é uma loja excelente porque é de um cara que ama HQs e faz o que gosta de fazer. Então, quando chegamos lá, percebemos todo o cuidado e respeito que se deve ter ao lidar com algo que amamos. O Celso cuida das revistas de uma forma elogiável. Todas as HQs que eu quero, encontro lá. Consegui terminar a minha coleção do Demolidor (linha Marvel Knights), 2 revistas do Hellboy, um monte do Dylan Dog, Tio Sam etc., ou seja, a minha coleção tá ficando do jeito que eu quero. A Comic Hunter, além do material nacional, possui muitas edições importadas.
Parece até propaganda... e realmente é. Gosto de divulgar coisas bem feitas. Ah, o e-mail da Comic Hunter é: comichunter@hotmail.com, caso alguém se interesse por HQs.
Até o próximo post.

sábado, dezembro 31, 2005

Último Dia de 2005: Dia de Praia com a Galera! Feliz 2006 Para Todo Mundo!




Último dia do ano! Dia de sol! Dia de praia, né? Pois é, saimos para praia, um sol retado. Estou em Santos/SP, com a Íris e a família dela! Tá sendo muito legal e espero que todos que estão acompanhando o meu diário de viagem tenham um ótimo 2006. Na verdade, espero que o mundo seja muito melhor em 2006... para todo mundo!

terça-feira, dezembro 27, 2005

Diário de Viagem... a continuação! "A" Viagem de Avião!



Viagem de Avião! Rapaz, tenho que confessar... não estava pensando muito na viagem até no momento que entrei no avião. No primeiro minuto, quando subiu, me deu um medo retado. Foi foda! Mas, como sempre, resolvi lidar com este problema pensando nele como mais um obstáculo na minha vida. E obstáculos precisam e são vencidos por seres humanos... normais, como eu. Então, consegui, me acalmei e deixei de pensar no medo. Fui relaxando. Pois, como disse, o começo foi foda. Pensei no filme La Bamba, no seriado Lost, em Mamonas Assassinas, no escambau a 4. Depois, achei até engraçado a minha reação, cheguei até a dormir na viagem, só não gostei do suco servido. Um suco de manga aguado. Mas, ok. Cheguei, são e salvo ao aeroporto. A foto do lado, sou eu e a Íris, que estava me esperando no aeroporto. Mais notíciais... em breve!

Diário de Viagem!




Como já tinha dito nesse blog, dia 26 de dezembro iria viajar para SP. Realmente, viajei, fui para Salvador pegar o avião para SP. A foto tirada é da praia em Pituba (Salvador) onde fiquei por algumas horas antes de embarcar. Tomei um banho nos mares da Bahia para descarregar todas as energias negativas. Foi legal. Adoro a Bahia e tudo que se relaciona ao meu estado natal... menos o ACM, é claro!

domingo, dezembro 25, 2005

Natal de Paz e de Alegria!

O Natal de 2005 foi legal! Muita paz e alegria. Passei na casa de minhas primas, falei e vi no msn minha mãe na Suiça, conversei com pessoas especiais, distribuir presentes e ganhei 2 camisas legais! Tá bom, né?
O espírito natalino é algo que deveria durar o ano todo. Como já disse, o Natal é legal. Não tenho muito que falar disso, pois, é o tipo de assunto que dispensa comentários e propõe uma reflexão individual de tudo que nós fazemos e faremos nesse mundo, como seres humanos.
Pense direito e não espere o Natal para fazer coisas boas para outras pessoas.
Ah, já ia esquecendo... na foto, eu estou dando o presente de Lucca, é um carro que abre a capota, corre, acende os faróis e mil e uma coisas.
Um feliz Natal a todos e um ótimo 2006. Amanhã eu estou indo para SP-Santos, passar alguns dias e aproveita um pouco as minhas férias mas continuarei atualizando esse meu blog. Vou fazer desse espaço uma espécie de diário de viagem. Então, caso você queira saber algo da minha viagem, é só visitar meu blog regularmente.

domingo, dezembro 18, 2005

Júllia, A Nêga Mais Linda da Bahia!

Caros leitores do meu blog, gostaria de apresentá-los a minha sobrinha: Júllia. Na verdade, ela é filha de minha prima, mas é como se fosse minha sobrinha. Agora diz aí, ela não é linda, Júllia é a nêga mais linda da Bahia! É inteligente, esperta, super-ativa, gosta de música, adora o filme Madagascar.
Agora, a bicha é retada. Não pára quieta, nem um segundo! É preciso energia redobrada para acompanhar o seu ritmo. Bom assim, né! Tá aí dado o meu recado! Um post de um tio coruja, um tio que adora a sobrinha e quer compartilhar esse sentimento com todos vocês. Ah, e como é época de Natal, gostaria de desejar a todos um Feliz Natal e um ano novo repleto de coisas boas para todo mundo!